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Mapa Inclusão Digital | Veja o estudo da FGV

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) publicou recentemente um estudo, elaborado em parceria com a Fundação Telefônica, sobre a inclusão digital no Brasil. O “Mapa da Inclusão Digital” se baseou em dados do IBGE (2010) para analisar um total de 5.565 cidades do país para descobrir qual é a porcentagem de moradores com microcomputador e quantos possuem acesso à internet em casa.

“Este trabalho é o primeiro de uma série de estudos sobre inclusão digital fruto da parceria entre o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas e a Fundação Telefônica no sentido de mapear as diversas formas de acesso à tecnologia digital, sua qualidade, seu uso e seus retornos proporcionando uma perspectiva de atuação integrada com outras ações que visam elevar o nível de bem-estar social de maneira sustentável.”

Fundação Getúlio Vargas

O “Mapa da Inclusão Digital” mostra que cinco cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas) estão entre os 25 municípios do Brasil que mais possuem, pelo menos, um microcomputador em casa. Nessa lista, a melhor colocada da região é a cidade de Valinhos, que aparece em 6º com 70,86% das residências com acesso à tecnologia. As outras cidades da RMC são: Vinhedo (12º), com 67,42%; Americana (14º), com 67,07; Campinas (15º), com 66,95% e Paulínia (25º), com 65,19%.

Mapa Inclusão Digital da FGV

O segundo ranking apresentado no estudo, que mostra a porcentagem de residências com acesso à internet, Valinhos (9º) também aparece como a melhor colocada da Região Metropolitana de Campinas, com 60,24% dos moradores com acesso a rede em casa. As outras quatro cidades da RMC mais bem colocadas são: Americana (10º), com 60,05%; Campinas (17º), com 58,15%; Vinhedo (21º), com 56,65% e Paulínia (33º), com 52,01%.

O estudo da FGV foi criado principalmente para responder a perguntas sobre a evolução da exclusão e da inclusão digital no país. A melhor cidade do país, nos dois rankings, é São Caetano do Sul, que possui 77,62% das residências com um microcomputador em casa e 74,07% desses com internet.

“Ao analisarmos as razões da exclusão, percebemos que as políticas públicas devem passar primeiro pela educação digital, pois o custo e a dificuldade de acesso não são principais impeditivos do acesso à internet no país”

Marcelo Neri, economista e autor da pesquisa