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Qual vai ser a próxima revolução digital?

As revoluções da tecnologia mudaram a vida da humanidade, mas tem mudado de forma cada vez mais rápida nos últimos anos. Depois da chegada da internet nos anos 80, as mudanças não pararam de acontecer na vida das pessoas. Nos anos 80 foram conexões através de computadores, na década de 90, a web com comunicação entre pessoas e servidores. Nos anos 2000, bilhões de dados compartilhados e dispositivos móveis. O que essa década nos reserva?

 A tecnologia evolui de forma exponencial e cada salto vem mais rápido do que veio o anterior. Que inovação ainda veremos capaz de mudar a forma como conduzimos nossas vidas? Ainda não se sabe com certeza, mas a tendência do momento são os wearable, um reflexo do novo conceito “a internet das coisas”.

 E se a geladeira avisasse quando um produto está acabando e com um clique você providenciasse a compra? E se na caixinha de leite viesse um medidor de qualidade para saber se o produto está bom? E se você tivesse um dispositivo que informa sua glicemia no smartphone? Ou um que pegasse os dados da sua agenda para ajustar o horário do seu despertador?

Algumas dessas são tecnologias reais e pode ser inclusive que você conheça. Muitas como essas virão nos próximos anos e vão levar menos tempo do que você imagina para incorporar-se no cotidiano das pessoas.

 A internet das coisas é uma frase genérica para definir dispositivos, materiais e sensores de ambiente, que conectados à web e a outros aparelhos podem fornecer experiências desse tipo aos usuários. Wearable são as tecnologias “vestíveis”, ou seja, pulseiras, relógios, óculos, anéis, trajes que podem ser acoplados ao corpo e possuem funções de ajudar os usuários, fornecer informações, etc. Essas são algumas das tendências para os próximos anos, e já estão acontecendo. 

revolução digital

Um relatório divulgado pela Pew Research Internet Project teve como foco justamente olhar para o futuro. Foram entrevistados 1867 especialistas do mercado digital para falar sobre o futuro da internet em 2025.

Não é tanto tempo assim: daqui 11 anos, como essas pessoas, totalmente envolvidas nesse mercado e com projetos em desenvolvimento, acreditam que estaremos?

Eles afirmaram que a internet iria ser algo como eletricidade, menos visível ao mesmo tempo que se torna mais importante no cotidiano das pessoas.

A maioria dos especialistas acredita nos seguintes pontos:

 – Um ambiente global e praticamente invisível de sensores inteligentes, câmeras, software, bases de dados, e um tecido abrangente e conectado de informações – Internet das coisas ou Cloud of the Things;

 – Realidade Aumentada e mais tecnologias do tipo portáteis menos visíveis;

 – Rompimento de modelos de negócios estabelecido no século 20, com impacto em finanças, educação, entretenimento, etc.

 – Bancos de dados, mapeamento e análise inteligente de realidades sociais e espaços físicos.

Essas mudanças são esperadas em muitos campos, como:

 – Pessoas: Monitoramento de atividades físicas, saúde, fitness, além de GPS e localização de pessoas (como os filhos, funcionários) através de sensores ou de lugares que tem sensores.

 – Casas: será possível controlar tudo remotamente, como sistemas de aquecimento das casas, rega de jardins, sensores que avisam se há canos quebrados, e muitas outras possibilidades.

 – Comunidades: Dispositivos e aplicativos serão capazes de permitir transporte mais eficiente, fornecer leituras sobre trânsito, poluição, problemas de infra-estrutura, etc. Sistemas inteligentes podem fornecer eletricidade e água de forma mais eficiente, outros softwares capazes de ajudar no funcionamento das cidades.

 – Setor de bens e serviços: fábricas e linhas de produção com sensores, leitores mais eficientes para controle de qualidade e distribuição de mercadorias.

 – Meio ambiente: leituras em tempo real sobre níveis de poluição, situação de florestas, oceanos, campos, solo, umidade, extração de recursos que permitem um acompanhamento mais próximo de problemas.

 O relatório completo você poder ler aqui

Os especialistas que forneceram esse panorama também acreditam que a infraestrutura e a adoção geral da Internet das coisas deve avançar na próxima década propiciando essas mudanças. Alguns acreditam que trará melhorias, outros acreditam que também haverá desvantagens. Mas nenhum deles discorda que cada vez mais objetos estarão conectados, como eletrodomésticos, carros, telefones e todos os objetos de uma casa.

 Nesse sentido, a tecnologia “vestível” vem com tudo. Já existem relógios inteligentes e diversos dispositivos wearables que tem causado frenesi no mercado. De acordo com uma pesquisa da IDC, eles mais que triplicaram de vendas no último ano e devem crescer 500% nos próximos quatro anos.

 As frentes desenvolvidas para esses dispositivos giram em torno de:

– saúde física e mental;

– Bem estar mental;

– segurança pessoal;

– segurança e privacidade de dados;

– Conexão entre as pessoas que o cliente ama.

 São muitas as possibilidades e usuários entusiasmados com tudo isso. Existe ainda uma preocupação com a segurança das pessoas e dos dados com um mundo tão dependente da tecnologia. Mas uma coisa é certa: não vai faltar oportunidade para as empresas envolvidas com tecnologias.