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IBeacon: nova tecnologia da Apple promete mudanças no mercado

Apple lança o iBeacon, tecnologia que mapeia a localização do usuário por meio de bluetooth, que promete agitar a forma com que consumidores interagem com estabelecimentos comerciais, museus e quaisquer lugares que lidem com o público e adotem a tecnologia.

Funciona assim: o iBeacon é um pequeno aparelho com núcleo de Bluetooth que funciona com baixa energia e permite a comunicação entre dispositivos. Aparelhos com iOS podem receber mensagens e alertas se detectados na área geográfica coberta por ele. Para receber comunicação do iBacon, o usuário precisa baixar um aplicativo e aceitar ser localizado. É possível definir três níveis de aproximação que permitem essas abordagens: 5 a 70 metros de distância, 2 a 3 metros e a 10cm.

O aparelho iBeacon é instalado nas lojas, museus, Apple Store, etc. Quando um cliente que possui o app entra no espaço, pode receber uma mensagem com oferta, dica de compra ou informações, mensagens de boas vindas.

A longo prazo, a adoção dessa tecnologia pode significar uma mudança nos padrões de compra e interação com espaços físicos. Por exemplo, será possível entrar em uma loja de roupas e receber as ofertas, comprar entradas para um show quando estiver passando em frente a um teatro, receber as novidades do cardápio de um bar, acessar trechos de livros em ofertas em uma livraria, infinitas possibilidades.

 Um exemplo é a galeria Rubens House, na Bélgica, começou a usar o iBeacon para enviar informações sobre as obras de arte. O visitante chega perto de uma obra, o aparelho detecta sua proximidade e envia informações sobre, com áudio, imagens, etc.

A preocupação de muitos usuários é a privacidade com relação a estarem sendo rastreados, mas os criadores da tecnologia afirmam que não coletam informações pessoais do aparelho.

O sucesso do serviço vai depender da adesão dos clientes, quer só vão desejar receberem notificações se elas forem de fato úteis para eles. Isso significa que empresas e estabelecimentos precisarão resistir à tentação de mandar mensagens o tempo todo.

Porém, outras empresas prometem entrar nesse mercado e movimentar a concorrência com a Apple, disponibilizando um serviço parecido para usuários de Android, que já vendem aparelhos autônomos de baixo custo.